Bem-aventurados

O mundo em que vivemos está cada vez mais distante de Deus. Deus que deveria ser o primeiro motor na vida humana passou a ocupar o décimo lugar nas relações que construímos diariamente.

A distância entre o homem e Deus se dá pela busca constante pela riqueza. O trabalho profissional que deveria ser para o sustento familiar, tornou-se fonte de status social, de acúmulo de bens, de prazer e de satisfação pessoal. Nesse sentido, as pessoas tornam-se escravas do trabalho.

Jesus com seus ensinamentos nos mostra que a nossa felicidade está em Deus. As bem-aventuranças (Lc 6, 20-26) traz em sua essência que os bem-aventurados são aqueles que despojam-se dos bens materiais e procuram conquistar os bens celestes na intimidade com Deus.
A pobreza, a caridade, a fraternidade são princípios cristãos. Jesus os praticou e todas as suas pessoas são convidadas a praticar.

Muitos acham que para participar da plenitude da graça divina é necessário ser pobre no sentido de não possuir bens materiais. Não é verdade. Os ricos também são chamados a participarem da intimidade de Deus. Eles não devem usar da riqueza para oprimir, escravizar os pobres. Devem viver a pobreza evangélica do coração aberto, da generosidade e da solidariedade. Não é a posição social que garantirá a vivência com Deus, mas sim a beleza do despojamento do ser humano diante do Criador.

Esse é o convite das bem-aventuranças: despojar-nos diante de Deus buscando a verdadeira felicidade que vem do Criador do universo. Não sejamos escravos do trabalho profissional. Não sejamos iludidos pelos bens materiais. Eles passam. Sejamos bem-aventurados nos aproximando de Deus.

Em Jesus e Maria,

Guilherme Miranda Stort


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